0.3
- REMÉDIOS FLORAIS PARA OS QUE SENTEM MEDO
3.1-
ASPEN (Populus tremula)
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Aspen
é uma árvore pequena, atinge até
os 15m de altura, tem flores masculinas e femininas
na mesma árvore, floresce de fevereiro a abril.
A
essência floral é feita pelo método
de fervura, utlizando-se em iguais proporções
ambas as flores.
As
flores femininas são menores e arredondadas,
as flores pendentes são as masculinas.
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As virtudes
de Aspen são a coragem e a determinação.
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As
pessoas tipo Aspen são muito sensíveis,
e estão sujeitas a perceber sentimentos e emoções
do inconsciente coletivo, dos arquétipos. São
pessoas que tem a capacidade de
se sintonizar com planos mais sutis, não materiais,
registram todas as emoções que estão
ao seu redor, inundadas por pensamentos e imagens desse
plano astral e emocional,
sem que elas percebam isso.
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Sintomas
Devidos ao Bloqueio de Energia
Uma pessoa
no estado negativo de Aspen, devido à sua grande sensibilidade,
tem medos vagos, inexplicável, apreensões, tem
medos mas não sabe do quê, tem pressentimentos
de que alguma coisa terrível vai acontecer, mas não
sabe o que é.
Geralmente,
o medo de Aspen está relacionado com pensamentos de
morte ou religião,
medo de espíritos e de fantasmas, medo do sobrenatural.
Trata-se de um medo "de arrepiar" ou de "dar
calafrios" por algo não visto ou ouvido; é,
ao mesmo tempo, súbito e inexplicável desde
a origem. Parece simplesmente aparecer, ficando Aspen
tomado de um sentimento
de catástrofe junto com um terror ou pânico emocional
intenso.
Esse pânico
gélido e inexplicável aparece quando a pessoa
está sozinha, mas também
pode ocorrer mesmo quando está entre os familiares
e amigos, ocasião na qual ela
deveria sentir-se segura.
O medo de
Aspen é o medo que crianças tem da noite, de
dormir sozinhas no escuro,
medo de um espírito mau ou do bicho
papão ou de algum personagem mitológico.
Os que sentem
esse temor mental desconhecido que se aproxima do indivíduo
como uma nuvem, trazendo medo, pavor, ansiedade e até
mesmo pânico, com tremores e sudorese, evitam comentá-lo
com os outros, pois como não conseguem encontrar um
motivo claro
para o seu aparecimento, esperam apenas a incompreensão
da descrença e que lhes
digam que "é pura imaginação".
Características
que Chamam a Atenção:
·
Medo sem fundamento, dia e noite.
·
Súbitos ataques de ansiedade quando a pessoa está
só ou no meio de outras pessoas.
·
Sensação arrepiante de medo, como se a pessoa
estivesse enfeitiçada.
·
Auto-sugestão, ilusões.
·
A imaginação desembesta.
·
Fascínio assustador em relação a fenômenos
esotéricos, supersticiosos.
·
Medo de perseguição, de castigo; medo de uma
força ou poder invisível.
·
Pesadelos, a pessoa acorda com medo e tomada de pânico,
e não se atreve a dormir outra vez.
·
Medo de pensamentos e sonhos sobre assuntos religiosos, medo
da escuridão e da morte.
·
"Medo dos próprios medos", mas não
se atreve a falar sobre isso com ninguém. (SCHEFFER,
1997).
Transformação
Potencial:
·
Ausência do medo, pela compreensão de que, por
trás de tudo, existe a força universal
do amor. Quando adquirimos esta percepção, transcendemos
a dor, o sofrimento, a preocupação e o medo;
transcendemos tudo exceto a alegria de viver, a alegria
de
morrer e a alegria da nossa imortalidade.
·
Ela produz o desejo de acolhermos a experiência com
fé, sabendo que esta nos conduz
à nossa morada celestial e que podemos percorrer esse
caminho, sem temer qualquer
perigo ou dificuldade.
Afirmações:
Eu
aprendo a confrontar medos ocultos e desconhecidos.
Eu
tenho fé de que o amor e a bondade habitam em tudo
o que encontro.
Eu
encontro o mundo com a força interior cheia de coragem
(KAMINSKI e KATZ, 1991)
Caso
Clínico
Mulher,
50 anos.
Sofria desde
a infância de um medo irracional de que pudesse
engasgar e sufocar-se.
Nos dois meses anteriores, esse medo intensificara-se de tal
modo que ela manifestava dificuldade para engolir, sentindo
como se tivesse uma faixa apertando-lhe a garganta.
Ao procurar-nos para tratamento, estava perdendo peso e sua
vitalidade decaía.
Passara por um exame de raios X, mas este não conseguira
revelar nenhuma origem
física para o seu quadro. Prescreveu-se ASPEN como
seu Remédio básico, para esse
medo infundado. Foi instruída a não apenas ingeri-lo
da maneira usual, mas a fazer
uma loção com o medicamento, aplicando-a na
garganta três vezes ao dia.
Os resultados foram rápidos e positivos. Em três
semanas, informou que já conseguia
engolir sem incomodo algum e que a desagradável sensação
da faixa apertando a garganta desaparecera por completo. Foi
instruída a prosseguir com a medicação.
Algumas semanas depois, escreveu: "Já esqueci
completamente o fato de que alguma vez na vida tenha me preocupado
com a possibilidade de engasgar." (CHANCELLOR, 1995)