0.2
- BREVE HISTÓRICO DA AROMATERAPIA
Há
mais de seis mil anos, os egípcios já conheciam
o poder das substâncias aromáticas
e sua influência sobre a saúde do corpo, da mente
e do espírito.
O conhecimento
da homeopatia se expandia através dos séculos
em diferentes culturas, constitui a base da utilização
dos Óleos Essenciais na aromaterapia. No início
do século XVI, Paracelso, um médico suíço,
estudou a extração do que chamou alma
dos vegetais, recebendo posteriormente o nome de espírito,
essência e óleo essencial. Em 1887 foram publicados
os primeiros resultados de pesquisas sobre os poderes anti-sépticos
dos vapores de muitos óleos essenciais.
Durante
o século XIX a indústria de perfumaria teve
um crescimento firme e considerável. Nesta época
os perfumes eram fabricados quase que exclusivamente com essências
naturais
O termo
Aromaterapia foi criado em 1928 por um químico perfumista,
o francês René-Maurice Gattefossé. Seu
interesse pelo uso terapêutico dos óleos essenciais
foi estimulado por um acidente em que esteve envolvido, no
laboratório de perfumes de sua família. Após
uma explosão, sua mão foi seriamente atingida,
provocando-lhe queimaduras severas.
Conforme
é praticada atualmente, a Aromaterapia ressurgiu na
Europa somente a partir de 1964, com a publicação
da obra Aromatherápie, do Dr. Jean Valnet, mostrando-se,
a partir de então, bastante evoluída. Em países
como o Brasil e os Estados Unidos, a retomada desta prática
é muito recente, datando de poucos anos atrás.
Gattefossé
passou então a pesquisar as propriedades do óleo
de lavanda e de outros óleos essenciais e,
desta forma, tornou-se, eventualmente, a maior autoridade
no assunto. Hoje, credita-se a esse químico francês,
com razão, a redescoberta da arte do uso dos óleos
essênciais de plantas, com finalidades terapêuticas.